La subjetividad del trabajo pedagógico en una escuela infantil: Un análisis
Resumen
Este artículo, derivado de una tesis de maestría en educación por la Universidad de Brasília, tiene como objetivo comprender los procesos de subjetividad social que atraviesan el trabajo pedagógico en un Centro de Educación Infantil (CEI) ubicado en la periferia del Distrito Federal, que atiende a niños de 4 a 6 años. La investigación se desarrolla en diálogo directo con las prácticas cotidianas de la escuela, reconociéndola como un espacio vivo de producción de sentidos subjetivos y de construcción activa del conocimiento. Se fundamenta en la teoría de la subjetividad de González Rey (1949–2019), basada en la epistemología cualitativa y en la metodología constructivo-interpretativa. El modelo teórico se presenta en tres ejes: la relación entre la escuela y las familias, la comunidad profesional que la conforma y el vínculo con la cultura local y la representatividad comunitaria. En todos los ejes, se destaca la singularidad de la escuela, evidenciando la importancia de un trabajo pedagógico con identidad propia y referencia social clara.
Palabras clave
Educación infantil, Práctica pedagógica, Relación escuela-comunidad, Teoría de la subjetividad, Epistemología cualitativaCitas
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