Sudor, arañazos y diamantes: las contradicciones de los riesgos en la modernidad reflexiva

Mary Jane Paris Spink

Resumen

Tomando como disparador uma corrida de aventura, discuto, neste ensaio, a centralidade do risco na sociedade contemporânea. Com esse intuito, traço a emergência do risco como repertório linguístico usado para dar sentido aos eventos da vida cotidiana; sua relevância na estruturação da gestão de riscos como estratégia de governo de populações e suas transformações no contexto da ‘sociedade de risco’. Nessa viagem etimológica e histórica, risco é tanto uma nova figura desenhada no âmbito de uma configuração social específica — a modernidade reflexiva — como uma janela para o passado. É no jogo entre permanências culturais e inovações tecnológicas que se torna possível entender a emergência de formas contemporâneas de risco-aventura que propiciam modos de ser aventureiros que, cada vez mais munidos de técnica e know-how para fazer frente aos obstáculos inevitáveis da aventura, não precisam apoiar-se nos sentidos metafóricos da fatalidade, fortuna ou mesmo da sorte.

Palabras clave

Risco; Aventura; Sociedade de Risco; Repertórios Linguísticos

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Referencias

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