Rotas Críticas: Desatar nós para fazer laços

Marta Conte, Angela Ester Ruschel, Sandra Corrêa da Silva, Adriana Mengue Model, Marília Silveira, Maria Cecília de Souza Minayo

Resumen

Este artigo baseia-se na experiência desenvolvida em oficinas de escrita com a equipe do Ambulatório de Atenção às Situações de Violência do Hospital Materno Infantil Presidente Vargas, de Porto Alegre/RS. Esta atividade fez parte da pesquisa A construção identitária na adolescência em contextos violentos na perspectiva da Clínica em Saúde Mental. Entre os temas elencados estão as demandas institucionais, as rotas críticas do atendimento, a problemática da violência e a implicação com o acolhimento na perspectiva da integralidade e da intersetorialidade. Foram analisados os Diários de Bordo das autoras e as discussões de casos. Apontamos a diferença entre o que é necessário de ser empreendido e o que se torna possível na prática, ressaltando a importância de associar a escuta implicada à análise institucional em um trabalho que precisa ser construído como desejo e pactuado entre instituição, equipes e rede de serviços que acolhem pessoas que vivem em contextos violentos.

Palabras clave

Violência; Rotas críticas; Saúde coletiva; Rede de atenção

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